quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Dia Internacional da Igualdade Feminina

 


A 26 de agosto assinala-se o Dia Internacional da Igualdade Feminina.

Esta celebração existe em alusão à ratificação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 26 de agosto 1789, em França, elaborada com o intuito de combater as desigualdades de género. Comemoram-se assim as conquistas das mulheres na sociedade ao longo da história, que apesar das muitas vitórias, ainda conseguem identificar situações de desigualdade na atualidade.

Devemos relembrar que graças aos esforços dos movimentos feministas as mulheres conseguiram conquistar diversos direitos: ao voto, à entrada no mercado de trabalho, no ensino, na vida política… E embora tenham alcançado tantas conquistas ainda existe um longo caminho a percorrer de forma a diminuir progressivamente, até à sua eliminação, a desigualdade entre géneros.

As diversas formas de desigualdades socioeconómicas e o impacto negativo que a discriminação tem sobre as mulheres prejudica não só física como psicologicamente milhões de mulheres em todo o mundo. Portugal não é excepção.

Não deveremos falar sobre estas problemáticas apenas nos dias/datas comemorativos, é muito importante reflectirmos sobre o que pode e deve ser alterado, para que não só as mulheres do hoje mas também as do futuro possam viver em sociedades em que a igualdade entre géneros seja a normalidade.

É nossa obrigação estimular sempre a educação das mulheres sobre os seus direitos; o combate ao estigma associado aos casos de assédio equilibrando o “domínio” masculino nas forças de segurança para encorajar as mulheres a denunciarem mais os crimes de que são vitimas; a inclusão de mulheres em cargos de chefia; a normalização dos papéis na família de mulheres e homens… Tanto já foi feito, mas ainda muito pode/deve ser melhorado, não deixemos de acreditar num mundo com mais igualdade.


Raquel Costa

Psicóloga,

UMAR Açores – Delegação da ilha Terceira


Publicado na Página IGUALDADE XXI no Jornal Diário Insular de 25 de Agosto de 2020


terça-feira, 10 de novembro de 2020

COVID-19 sinónimo de Ansiedade

 


Todos nós, infelizmente, já passamos por momentos de maior tensão e ansiedade ao longo da nossa vida. Com maior ou menor gravidade, o facto é que ansiedade não é algo que o ser humano goste de sentir.

O ano de 2020 talvez tenha sido dos mais privilegiados nesse aspeto para todos nós, ficando assim também a ser sinónimo de ansiedade e preocupação devido à pandemia que nos fez reorganizar todo o nosso dia-a-dia. Factor que por si só pode dar origem a algumas emoções mais desagradáveis.

Com o regresso a alguma normalidade nas nossas rotinas e com o reaparecimento de alguns casos positivos na região o sentimento de incerteza e ansiedade voltou a estar bastante presente. Desta forma, é importante realçar como podemos combater a nossa ansiedade.

Concerteza já se ouviu dizer por vezes “ando cheio de nervos”, “está a ser muito difícil”, “não sei o que se passa, com pouco fico muito irritado/a”, “se já havia crise, agora será cada vez pior e mais difícil”… É perfeitamente normal sentirmo-nos perdidos face a um evento que ninguém sabe como lidar. Todos nós passamos por períodos de maior e menor adaptabilidade face ao problema COVID-19. Factores como estar em isolamento e distanciamento social, cumprir um determinado conjunto de regras e medidas de segurança, o desconhecer e sentir que pouco se sabe sobre o vírus, manter rotinas de teletrabalho, ajudar e estimular crianças quando temos de ser “multitaskers”… provocam expectavelmente sentimentos de medo, incerteza, preocupação e ansiedade face ao futuro.

Porém alguns destes sentimentos menos agradáveis têm como principal função proteger-nos.

Vamos usar a ansiedade a nosso favor!

Estarmos ansiosos em sítios e em locais públicos, neste momento, contribui para que adoptemos comportamentos pró-sociais e pró-saúde, como por exemplo, manter o distanciamento que é pedido e não estar muito tempo naquele espaço. Este comportamento levará a um maior cumprimento das regras de saúde impostas o que fará com que a propagação do vírus se mantenha diminuta.

Não nos devemos sentir envergonhados, culpados, fracos ou inferiores aos outros porque nos sentimos ansiosos. Como já foi referido, passamos por diferentes eventos que nos provocam diferentes níveis de ansiedade. Em momentos de crise, como este, é normal este sentimento.

“Como posso combater a minha ansiedade?”.

Primeiro conheça a sua ansiedade, identifique: os efeitos que esta provoca no nosso corpo (ex: palpitações, tonturas, falta de ar…), que tipo de pensamentos nos provoca (ex: como sei se estou infetado? Será que vou perder o emprego…) e como tem afetado o nosso relacionamento com os outros (ex: fiquei mais calado, evito falar com outros, sinto muita necessidade de falar com muita gente…).

Depois de a conhecer enfrente-a com 11 passos:

Concentre-se no aqui e no agora, nas atividades que está a desenvolver;

Identifique os pensamentos que mais o perturbam e questione a probabilidade real do seu acontecimento;

Invista esforços no que pode controlar, por exemplo, manter e cumprir as medidas de segurança propostas;

Mantenha-se informado e atualizado, escolha um horário e sitio em que a informação fornecida seja fidedigna;

Fale com amigos e familiares;

Confie nas suas capacidades para enfrentar situações difíceis;

Tire tempo para fazer o que mais gosta de fazer e lhe dá prazer;

Ocupe-se com aquelas atividades que sempre teve vontade mas nunca conseguiu fazer;

Ao final do dia tire tempo para refletir sobre os pontos positivos do seu dia;

Crie um espaço e momento diário para relaxamento;

Pense e projete-se no futuro de forma positiva; 

Caso os seus sentimentos e inquietação forem excessivos e persistentes, caso sinta que está sobrecarregado e desgastado pelos sentimentos de ansiedade, caso estes sentimentos durem longos períodos de tempo e estejam a impedir o seu dia-a-dia e rotina diária por não conseguir controlar a sua ansiedade, peça ajuda! Contate/procure um psicólogo.

 

Fonte da informação: “COVID-19: 3 passos para lidar com a ansiedade” – Ordem dos Psicólogos Portugueses (2020)

 

A prevenção será sempre a nossa maior proteção!


Raquel Costa

Psicóloga da UMAR Açores -  Delegação da ilha Terceira

Publicado da Página IGUALDADE XXI no Jornal Diário Insular de 21 de Julho de 2020


segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Contra a LGBTI+Fobia aos Caminhos da Igualdade

 Os Caminhos da Igualdade, ontem e hoje...



“Nas Asas da Igualdade” revelou não existir nos Açores nenhuma organização dedicada ao campo LGBT. Foi em 2007, Ano Europeu da Igualdade. No âmbito do Projeto deste nome, promovido nesse ano pela UMAR Açores, em parceria com diferentes organizações, foram tratados temas relativos a diferentes tipos de desigualdades e áreas da sociedade, visando promover a Igualdade de uma forma mais ampla, numa dinâmica transversal que toca a todas e todos. Nos temas tratados incluiu-se temas como Homofobia e Sexualidade, nomeadamente, num Ciclo de Cinema, que decorreu no mês de Setembro, na Biblioteca Pública de Ponta Delgada.
Antes de mais, afirmamos que ao constatar esta realidade, isto é, a inexistência de organizações específicas nesta área, este reconhecimento, contribuiu para impulsionar a denúncia e o debate sobre as discriminações no campo LGBT.

Neste artigo para o evento online “Contra a LGBTI+Fobia aos Caminhos da Igualdade” (realizado no passado dia 17 de Maio) muito se poderia falar do Movimento LGBT e dos Feminismos na Região, nomeadamente contra as discriminações múltiplas, mesmo antes de 2007, mas o que aqui queremos destacar, são alguns importantes passos dados sobretudo nos últimos anos.
Neste contexto destacamos dois eixos: Primeiro, a intervenção de organizações da área da Igualdade e dos feminismos; Segundo o surgimento de associações do campo LGBT.

Primeiro eixo.
Podemos destacar o trabalho de associações da área da Igualdade tais como a APF Açores, o CIPA Novo Dia em São Miguel e o CIPA UMAR Açores na Terceira. No que respeita, ainda à UMAR Açores, e a intervenção dos seus Núcleos - Faial, Terceira e São Miguel, temos de reconhecer a importância do Projeto “Nas Asas da Igualdade”, a partir do qual se foi alargando mais a ação feminista nas discriminações múltiplas, incluindo a ação no campo LGBT. Esta ação ganhou forma em diferentes tipos de iniciativas, nomeadamente sensibilização e formação-ação, sobretudo junto de jovens, e, ações públicas onde se destaca a celebração do dia 17 de Maio, Contra a Homofobia, assim como a parceria ativa com outras associações da área LGBT, que entretanto foram emergindo.

No segundo eixo:
2011 Surge a Pride Azores, seguindo-se importantes ações públicas e de rua como o Festival e a Marcha Prideazores, em 2012, em Ponta Delgada, assim como, em 2013 e 2014. Em outro trabalho inserido no Evento Online “Contra LGBTI+Fobia, aos Caminhos da Igualdade” - o Balanço de três anos da Pride Azores, da autoria de Casilda Pascoal e Terry Costa, podemos saber mais, sobre este importante movimento.
Mais recentemente outras importantes e diversificadas ações, têm-se destacado em diferentes ilhas da Região. Concluímos com uma referência especial a 2019, a Homenagem a Marielle Franco, a 17 de Maio de 2019, junto ao nosso mar, na Praia do Pópulo, em São Miguel.
A “Ponta Delgada LGBT”, tendo em conta o dia 17 de Maio, dia contra a Homofobia e a Transfobia, juntou-se à UMAR AÇORES, para em conjunto fazer uma homenagem a Marielle Franco, socióloga, feminista e defensora dos direitos humanos assassinada brutalmente no ano passado.

Aproveitamos para referir o papel da LGBT Ponta Delgada, LGBT Azores e realçar a sua ação, nos anos mais recentes, na retoma de iniciativas da Comunidade LGBT, a nível local.

 

Clarisse Canha - UMAR Açores

Publicado na Página IGUALDADE XXI no Jornal Diário Insular de 13 de Junho de 2020


No meu Ser

 

Na minha pele está revestido o meu Ser
O meu Ser é igual aos outros Seres
Ama, chora, ri, sofre
O meu olhar, não difere dos outros olhares
Os meus sentimentos, são os mesmos sentimentos dos outros
Mas as minhas escolhas, as minhas opções e preferências
Cabem ao meu livre arbítrio, e à minha autodeterminação
Os meus direitos, são os Vossos direitos
Não percebo a Discriminação, e a Intolerância
Somos pessoas, somos todos/as pessoas
Num mundo tão vasto de escolhas
A mim não me incomodam as tuas escolhas
A mim não me incomoda quem tu és
Porque te incomodam as minhas escolhas?
Porque te incomoda quem eu sou?
Sou simplesmente um Ser, como tu és um Ser
Somos tão somente iguais
Vamos tão somente Viver!

 

Carla Mourão

 

Poema escrito no âmbito do evento online “Contra a LGBTI+Fobia aos Caminhos da Igualdade”


Publicado na Página IGUALDADE XXI no Jornal Diário Insular de 13 de Junho de 2020


sexta-feira, 6 de novembro de 2020

E depois da denúncia em tempo de COVID?

Face à situação de emergência de saúde pública que se vive atualmente podemos dizer que, no geral, as medidas legislativas até então adotadas de apoio às vítimas de violência doméstica, durante este período de isolamento provocado pelo COVID-19, são adequadas, necessárias e proporcionais ao fim pretendido.

Entre as medidas a que nos referimos supra, incluem-se, desde logo, a exceção prevista no Decreto n.º 2-C/2020, de 17 de abril - diploma que regulamenta a prorrogação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República -, de permitir deslocações para acolhimento de emergência de vítimas de violência doméstica, o aumento da capacidade do alojamento de casas de abrigo, a existência de piquetes de urgência em todos os distritos, o reforço das linhas telefónicas existentes para apoio a estas vítimas (800 202 148 a nível nacional e 800 272 829 para os Açores) e a criação de um e-mail de emergência específico (violencia.covid@cig.gov.pt) e de um serviço de mensagens curtas, gratuito e confidencial (3060).

Podemos considerar que, em abstrato, as medidas implementadas até agora coadunam-se com a obrigação de confinamento a que estamos sujeitos, uma vez que permitem a denúncia de toda e qualquer situação de coação, violência ou negligência, através, por exemplo, de uma simples mensagem escrita.

Acreditamos, portanto, que está a ser feito tudo quanto pode ser feito, neste momento, quer - por um lado -, para não prejudicar ou impedir a denúncia destes casos, quer - por outro -, para não comprometer ou lesar a saúde de todos.

Ainda que, de acordo com um comunicado recente da Polícia de Segurança Pública, as denúncias de violência doméstica tenham diminuído em 15% no mês de março, comparativamente com o período homólogo de 2019.

Mas, e depois da denúncia? Como podem, atualmente, as vítimas de violência doméstica sair de casa? Quais os recursos ou meios disponíveis para que isso aconteça? Como chegam às casas de abrigo? Para onde podem ir caso não haja possibilidade de permanecerem naqueles espaços?

Esta é, na verdade, a grande dificuldade com que nos deparamos, não só agora, mas desde sempre.

De facto, e tal como acontecia antes desta pandemia, o problema é perceber como se vive depois de apresentar denúncia de crime de violência doméstica.

A situação agrava-se, ainda mais, face à crise que se vive - e que se viverá, mais ainda, no futuro -, em virtude da situação de emergência presente e do consequente abrandamento, ou rutura, da economia.

Sendo que a crise que estamos - e continuaremos a assistir -, afetará, não só as pessoas mais vulneráveis, como os idosos e as crianças, mas também as mulheres.

Sobre este assunto, referiu a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, numa entrevista recente ao Notícias ao Minuto (1) o, que num futuro próximo, admite-se uma repercussão terrível na vida das mulheres que poderá, inclusive, assemelhar-se ao período de crise vivido na altura da troika, com o regresso de um impacto diferenciado de género no desemprego que poderá conduzir à precariedade.

Infelizmente não é novidade de que essa desigualdade salarial sempre existiu, e continuará a existir, a não ser que sejam tomadas medidas sérias de prevenção e controlo.

De acordo com a informação disponibilizada pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego, a propósito do dia nacional da igualdade salarial (2), as mulheres ainda ganham menos 14,8% do que os homens. Sendo que, o fosso salarial seria ainda maior se atendesse ao rendimento médio mensal, que inclui outras componentes, como é o caso das horas extra, dos prémios e de outros ganhos regulares, como o subsídio de função.

Como resulta da comunicação da Comissão Europeia, datada de 5 de março de 2020, intitulada «Uma União da Igualdade: Estratégia para a Igualdade de Género 2020-2025» (3), apesar dos progressos notáveis nas últimas décadas, a violência e os estereótipos baseados no género continuam a existir; tanto assim é que, uma em cada três mulheres já foi vítima de violência física e/ou sexual.

Neste contexto declarou a Presidente da Comissão Europeia, Ursula von de Leyen que, «a igualdade de género é um princípio fundamental da União Europeia, mas não é ainda uma realidade. Nas empresas, na política e na sociedade em geral, só poderemos concretizar plenamente o nosso potencial se utilizarmos todos os nossos talentos e diversidade. Utilizar apenas metade da população, metade das ideias ou metade da energia não é suficiente» (4).

Ora, prevendo-se uma vaga de desemprego nos próximos tempos, seria igualmente importante começar, agora, a implementar medidas céleres e eficazes para evitar este tipo de desigualdade.

É importante continuar a criar os meios necessários para que situações de violência doméstica sejam denunciadas; o que tem vindo a ser feito, mesmo perante o contexto de isolamento a que estamos sujeitos e ainda que se estranhe uma diminuição de participações deste tipo de crime.

No entanto, é igualmente, ou mais, importante pensar no futuro de todas as vítimas depois de apresentarem denúncia. Para onde vão? Como se sustentam? E, para isso, é necessário dotar o sistema das condições necessárias para que todas as vítimas de violência doméstica consigam refazer a sua vida. O que nos leva, por sua vez, à necessidade de implementar meios de prevenção e combate às desigualdades, sobretudo no meio laboral.

Em tempos prévios da celebração de uma das datas mais marcantes da história da liberdade de Portugal devemos relembrar que, foi também para isso, pela igualdade de género, que se fez abril.


Rute Silva - Voluntária na UMAR Açores


(1) - Cfr. https://www.noticiasaominuto.com/pais/1455734/estamos-a-antecipar-um-boom-de-denuncias-de-violencia-domestica. 

(2) - Cfr. http://cite.gov.pt/pt/acite/campanhas007.html. 

(3) -  Cfr. https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:52020DC0152&from=EN. 

(4) - Cfr. https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/pt/ip_20_358.


 Publicado na Página IGUALDADE XXI no Jornal Diário Insular de 24 de Abril de 2020


sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Estreia do documentário Work has no gender e 5ª Ação Internacional da Marcha Mundial de Mulheres assinalam Dia Internacional da Mulher

 Com o objectivo de assinalar o Dia Internacional da Mulher – 8 de Março, estreou no passado dia 7 de Março, na Recreio dos Artistas, o documentário independente intitulado Work has no gender filmado e produzido na ilha Terceira por Lucas Lamelas López, Rita Evangelho, Jéssica Nunes e Clara Polaino. O documentário contou ainda com a colaboração de Úrsula Bravo, Cláudia Chavez, Renato Silva e Catarina Meneses.

A projeção do documentário culminou numa pequena reflexão entre a plateia e o/as autores/as em que, entre outros aspectos relevantes, ficou o incentivo para que o trabalho apresentado seja reproduzido nas restantes ilhas dos Açores com participantes locais.

Posteriormente organizou-se uma marcha de sensibilização para a igualdade de género que percorreu as principais ruas da cidade de Angra o Heroísmo. O lema foi - RESISTIMOS PARA VIVER, MARCHAMOS PARA TRANSFORMAR!

Esta iniciativa desenvolvida por várias cidadãs e cidadãos interessado/as na promoção da igualdade de género integrou-se da 5ª Ação Internacional da Marcha Mundial de Mulheres e contou com o apoio da UMAR Açores e a colaboração da Sociedade Filarmónica de Instrução e Recreio dos Artistas, bem como do Cine-clube da ilha Terceira.

 

Cartaz elaborado por criança de 6 anos que participou na Marcha de sensibilização para a igualdade de género

  

Marcha de sensibilização para a igualdade de género

 

Marcha de sensibilização para a igualdade de género


Cartaz utilizado na Marcha de sensibilização para a igualdade de género

 

Marcha de sensibilização para a igualdade de género – Praça Velha


Publicado na Página IGUALDADE XXI no Jornal Diário Insular de 12 de Março de 2020


quinta-feira, 29 de outubro de 2020

UMAR Açores assinala Dia dos Namorados

 

E para Ti? O que é Namorar?

 

No passado dia 14 de Fevereiro a UMAR Açores, em parceria com a Escola Profissional da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo e Escola Profissional da Praia da Vitória, assinalou o Dia d@s Namorad@s.

Através da dinamização de uma actividade intitulada E para Ti? O que é Namorar? o/as formando/as das referidas escolas foram convidado/as a escreverem palavras, frases, textos ou poemas que promovessem relações afectivas saudáveis. Desta forma procurou-se reforçar ao vantagens de uma relação saudável, nomeadamente, o respeito, a confiança, o apoio, a segurança, a honestidade, a responsabilidade, a compreensão, a satisfação, a realização e a igualdade que pressupõe a partilha e responsabilidade que cada indivíduo deve ter numa relação afectiva.

 

Iniciativa E para Ti? O que é Namorar?

Escola Profissional da Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo

 

 

Iniciativa E para Ti? O que é Namorar? Escola Profissional da Praia da Vitória


Publicado na Página IGUALDADE XXI no Jornal Diário Insular de 18 de Fevereiro de 2020