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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

30 MULHERES ASSASSINADAS

OBSERVATÓRIO DE MULHERES ASSASSINADAS

da UMAR



Foram divulgados a 23 de Novembro os dados preliminares sobre as Mulheres Assassinadas em Portugal de 1 de janeiro a 15 de novembro de 2020.

Os dados foram apresentados de forma dividida por femicídios nas relações de intimidade (16) e assassinatos de mulheres em outros contextos (14). Muitos destes crimes ocorreram no contexto de violência prolongada no tempo, e teria sido possível preveni-los com uma atuação atempada. Estes resultados evidenciam a importância de continuar a analisar os dados sobre os assassinatos e femicídios cometidos em Portugal de forma a dar visibilidade a esta forma letal de violência de género.

Os dados recolhidos pelo Observatório de Mulheres Assassinadas derivam das notícias publicadas na imprensa nacional. Importa contudo reforçar que poderão existir mulheres assassinadas cujas notícias não foram publicadas e, portanto, cuja informação não está contabilizada. Estão incluídos os dados de todas as mulheres que foram assassinadas intencionalmente em 2020. Parte destes assassinatos constituem femicídios, onde são consideradas as mortes intencionais de mulheres em que no teor da notícia se perceba que decorreram como resultado da violência de género.

Também foram contabilizadas 43 tentativas de femicídio e 6 tentativas de assassinato em outros contextos. Nesta análise incluem-se todos os casos cujo teor da notícia integre a informação de uma tentativa de causar a morte; de asfixiar; de um atentado à integridade física da vítima com objetivo de matar e ainda os casos em que exista indicação de que foram iniciados os atos de execução do assassinato e de que este só não aconteceu por intervenção de terceiros (ex. testemunhas, família, polícia ou equipa médica).


FEMICÍDIOS NAS RELAÇÕES DE INTIMIDADE


Foram cometidos 16 femicídios nas relações de intimidade: 9 em relações de intimidade atuais, 6 em relações passadas e uma em relação de intimidade pretendida.

A narrativa mediática dos casos torna possível perceber que em 10 dos 16 femicídios (63%) existia violência prévia contra a vítima. Estas manifestações de violência eram em 8 (80%) destes casos conhecidas por outras pessoas. Em 4 (40%) deles havia uma denúncia anterior de violência doméstica às autoridades.

Importa ainda referir que em 4 (40%) dos 10 femicídios em que existia violência, foram reportadas ameaças de morte prévias ao femicídio.

Em todos os casos de femicídio nas relações de intimidade a idade das vítimas é conhecida, situando-se a maior parte na faixa etária compreendida entre os 36 e os 50 anos de idade. Do total de vítimas, 8 mulheres estavam empregadas e 14 vítimas tinham filhos/as.

Todos os casos de femicídio nas relações de intimidade foram cometidos por homens. Em um dos casos analisados, o femicídio foi praticado com a colaboração de uma mulher; assim, contabilizaram-se 17 ofensores/as. Em todos os casos a idade dos/as ofensores/as também é conhecida, situando-se a maior parte na faixa etária acima dos 36 anos.

 

ASSASSINATOS EM OUTROS CONTEXTOS

 

O contexto das relações familiares entre ofensor/a e vítima representam uma grande parte dos assassinatos (86%, 12 casos). Nos outros dois casos, não é possível identificar o número exato de ofensores/as: em um caso, o assassinato decorreu na sequência de um assalto, e no outro, apesar das notícias referirem existir indícios de crime, não há qualquer informação sobre possíveis suspeitos/as. Nestes casos, considerou-se um/a ofensor/a em cada situação.

Considerando os 12 assassinatos em contextos familiares, em 5 casos (42%) as notícias tornam possível perceber que existia violência prévia contra a vítima. Em 4 (85%) destes, as manifestações de violência eram conhecidas por outras pessoas. Entre os 5 casos de violência prévia, em uma situação (20%), as notícias referem que a vítima tinha efetuado denúncia de violência doméstica às autoridades. Em outro caso, existiam ameaças de morte prévias contra a vítima.

Em todos os casos é conhecida a idade das vítimas, situando-se a maior parte na faixa etária dos 65 anos ou mais. Quatro mulheres estavam reformadas (29%) e 9 vítimas tinham filhos/as. Uma vítima estava grávida.

Do total dos 14 assassinatos, dois deles ocorreram com co-autoria, pelo que se contabilizam 16 ofensores/as. Em dois assassinatos as ofensoras foram mulheres. Em 86% dos casos é conhecida a idade dos/as ofensores/as, situando-se a maior parte na faixa etária dos 36-50 anos. Dois ofensores estavam empregados e 5 tinham filhos/as.

 

RECOMENDAÇÕES

 

Apesar do indiscutível avanço dos últimos anos nas políticas de proteção e apoio às vítimas de violência doméstica, estes dados demonstram que há ainda um longo caminho a percorrer. É necessário reforçar as medidas e torná-las mais céleres para que mais nenhuma mulher seja assassinada.

Em 63% dos femicídios nas relações de intimidade havia informação da existência de violência prévia, sendo que em 40% havia já sido feita uma denúncia às autoridades. É notório que os mecanismos de controlo formal não foram suficientes para prevenir estes femicídios. Assim, é fundamental um maior investimento na formação especializada de profissionais e a implementação célere de medidas que possam efetivamente proteger as vítimas, nomeadamente através do afastamento do agressor.

 

OS FATORES DE RISCO

 

Mesmo tendo sido 2020 um ano pautado pelo confinamento geral, em 50% dos femicídios nas relações de intimidade existe informação de que a vítima se havia separado ou tentado separar do companheiro antes do crime. Esta tentativa de separação é considerada um fator de risco de relevo, mas a permanência numa relação de violência também não é (muitas vezes) uma opção. Considerando que, pelo menos, 63% das mulheres assassinadas em contexto de relações de intimidade foram vítimas de violência prévia perpetrada pelo ex-companheiro e que em 40% destes crimes existiram inclusivamente ameaças de morte, torna-se evidente a necessidade de considerar com seriedade todos os fatores de risco presentes em cada situação. Apela-se, portanto, a uma avaliação de risco especializada, em que a complexidade das situações e das vivências seja considerada. A existência de instrumentos que permitam auxiliar as avaliações de risco é fundamental, no entanto, não devem ser aplicados como única ferramenta. É importante que a avaliação do risco e o acompanhamento das vítimas sejam sempre realizados por profissionais com experiência e capazes de compreender a complexidade da violência doméstica. É ainda essencial que a avaliação do risco seja acompanhada por um plano de segurança que preveja ações e medidas concretas que possam também ser monitorizadas e avaliadas ao longo do tempo, de forma a garantir a proteção e segurança das vítimas.

 

Fonte: OMA-UMAR (2020). Dados preliminares sobre as Mulheres Assassinadas em Portugal: dados 1 janeiro a 15 de novembro de 2020. UMAR- União de Mulheres Alternativa e Resposta: Disponível em www.umarfeminismos.org/


Publicado na Página IGUALDADE XXI no Jornal Diário Insular de 25 de Novembro de 2020


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Estudo sobre Violência no Namoro em Contexto Escolar

Investigação abrange ilhas de São Miguel e Terceira

 

A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta, no âmbito do projeto Art’themis+ Jovens Protagonistas na Prevenção e na Igualdade de Género, está a desenvolver um estudo a nível nacional denominado “Violência no Namoro em Portugal: Vitimação e Conceções juvenis”. Este trabalho foi aprovado e financiado pela actual Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Dra. Catarina Marcelino, e submetido ao Ministério da Educação.

Para a realização desta investigação foram selecionadas aleatoriamente quatro escolas de cada um dos Distritos de Portugal continental e Ilhas.

A população alvo serão os jovens entre o 7º e o 12º anos de escolaridade, de qualquer turma, quer do ensino normal, quer profissional.

O resultado desta investigação a nível nacional será posteriormente divulgado nos meios de comunicação social perto do dia 14 de Fevereiro, contando com a presença e reflexões da Senhora Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Dra. Catarina Marcelino.

Com dimensão nacional, este será o primeiro ano em que a UMAR desenvolve um estudo nesta área, pelo que a colaboração dos agrupamentos escolares selecionados será fundamental. Com este trabalho, pretende-se aferir a prevalência da violência no namoro nos/as jovens, mas também a legitimação deste fenómeno.

 
 
 

O projeto Art’themis+ Jovens Protagonistas na Prevenção e na Igualdade de Género

 
Art’themis+ é um projeto subvencionado de prevenção primária da violência que a UMAR está a desenvolver com a parceria da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade. Tem como objetivos fulcrais consciencializar as crianças e os jovens sobre a violência de género, particularmente a violência doméstica, no namoro e entre pares.

 
Publicado no jornal Diário Insular de 26 de Janeiro de 2017
 

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Os Femicídios em Portugal

Conferência de imprensa sobre Os Femicídios em Portugal com a Presidente da UMAR Dra. Maria José Magalhães, a 25 de Novembro - Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres na delegação da UMAR Açores na ilha Terceira
 
 
 
 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Observatório de Mulheres Assassinadas da UMAR contabiliza 40 femicídios

De Janeiro a Novembro de 2014

 
 
Os registos do Observatório de Mulheres Assassinadas da UMAR mostram que, entre 1 de Janeiro e 30 de Novembro de 2014, ocorreram 40 femicídios e 42 na forma tentada em relações de intimidade presentes e passadas e ainda em contexto de relações familiares privilegiadas.
‘16 Dias de Activismo contra a Violência de Género’, é o tema de uma campanha internacional, iniciada em 1991, que se realiza, em mais de 140 países, entre os dias 25 de Novembro – Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres e o dia 10 de Dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos. Em Portugal muitos grupos e várias associações promovem iniciativas para denunciar a violência contra as mulheres e sensibilizar as populações para este combate.
O relatório anual de monitorização ‘Violência Doméstica 2013’, publicado pela Direcção Geral de Administração Interna, revela que só no primeiro semestre de 2014 foram registadas 13.071 participações de violência doméstica pelas forças de segurança e que comparativamente ao período homólogo de 2013 verificaram-se mais 291 participações.
Os progressos legislativos e a aplicação da lei não têm sido suficientes para travar os assassinos. O maior conhecimento científico e a produção académica, quer no âmbito da criminologia, quer no âmbito dos estudos das mulheres, avançam pistas que informam os poderes públicos. Mas também não bastam. Precisamos de um movimento popular que nas ruas denuncie a violência e exija justiça para as mulheres. A violência de género não é uma questão só das mulheres. A sociedade precisa de se insurgir contra a violência de género em defesa da justiça, da paz e da igualdade.
 
Fonte: artigo de Ana Cansado publicado em esquerda.net
 
Publicado na página IGUALDADE XXI no Jornal Diário Insular de 12 de Dezembro de 2014
 
 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Quem tem medo dos feminismos?

ManuelaTavares
Investigadora em Estudos sobre as Mulheres
Membro da Direcção da UMAR

Encontro Formativo da UMAR Açores em Ponta Delgada - Setembro de 2010


Quem tem medo dos feminismos?
Este não é só o título das actas do Congresso Feminista 2008 organizado pela UMAR na Fundação Calouste Gulbenkian, que teve a participação de mulheres açoreanas. Esta pergunta procura também desconstruir uma ideia feita sobre um feminismo guetizado, marginalizado, onde só cabem algumas mulheres, vistas como “aquelas radicais que fazem dos homens o seu inimigo”. As feministas consideram que existe um sistema de desiquilíbrio de poderes entre mulheres e homens na sociedade e um modelo de uma masculinidade hegemónica que atinge as mulheres e também os homens que não se identificam com tal modelo.
No encontro formativo da UMAR/Açores realizado em Setembro, em Ponta Delgada, envolvendo mulheres do Faial, Teceira e S. Miguel foi possível debater os percursos históricos dos feminismos e os desafios que se colocam na actualidade. Uma das conclusões deste encontro foi a visão de que o feminismo é um movimento plural onde coexistem várias correntes. Deste modo, a amplitude dos feminismos implica a inclusão de todas as mulheres ou até de homens que têm a consciência das discriminações que ainda pesam sobre as mulheres.
Mas será que ainda tem sentido valorizar o feminismo como uma perspectiva de luta e de movimentação social, ou estaremos perante um paradigma ultrapassado? São os quotidianos das mulheres de diversos sectores sociais que nos mostram os desiquilíbrios de poder entre mulheres e homens, que ainda existem na sociedade, apesar do avanço no estatuto das mulheres nas últimas três décadas. Deste modo, a actualidade das lutas feministas pelos direitos e pela alteração das mentalidades resulta das situações vividas pelas mulheres, que sofrem violência, que são assassinadas por maridos, companheiros, ex-companheiros ou namorados, que são discriminadas no trabalho, que continuam a assumir duplas e triplas tarefas em casa e na família. A consciência da existência destas discriminações de género faz de cada mulher uma feminista, apesar das resistências que surgem em torno de um feminismo tácito, ainda não plenamente assumido. Constatamos, que cada vez um maior número de mulheres percorre os caminhos de um feminismo tácito para um feminismo assumido. E este caminho só pode resultar numa mais valia para toda a sociedade.

Publicado na Página IGUALDADE XXI do Jornal Diário Insular de 27 de Outubro de 2010

domingo, 21 de março de 2010

Feira reúne organismos sociais para combater discriminação

INICIATIVA DA UMAR/ CIPA


A delegação da ilha Terceira da Associação para a Igualdade e Direitos das Mulheres (UMAR) e o Centro de Informação, Promoção e Acompanhamento de Políticas de Igualdade (CIPA) pretende organizar uma feira que irá reunir instituições de diferentes áreas sociais, nomeadamente deficiência, minorias sexuais, étnicas e culturais.
Sensibilizar para o combate da discriminação é o objectivo dessa proposta de acção comunitária a realizar provavelmente no mês de Maio.
As acções serão muitas e diversas, todas com o propósito de fomentar o convívio entre a população de maior vulnerabilidade social e a sociedade civil – venda de artesanato, projecção de vídeos temáticos, debates e prática desportiva em cadeira de rodas são algumas das actividades propostas a desenvolver no âmbito da Feira “Viva à Diversidade”.
Organizado pela delegação da ilha Terceira da Associação para a Igualdade e Direitos das Mulheres (UMAR) e o Centro de Informação, Promoção e Acompanhamento de Políticas de Igualdade (CIPA), com o apoio da Secretaria Regional do Trabalho e Solidariedade Social através da Direcção Regional da Igualdade de Oportunidades e autarquia de Angra do Heroísmo, o evento irá ter como parceiros organismos locais de intervenção em áreas sociais como deficiência, orientação sexual, etnia/idade, género e imigração.
Está prevista ainda a realização de uma mostra gastronómica com demonstração de confecção de pratos típicos de países estrangeiros – Índia, Bangladesh, Brasil, Cabo Verde, Guiné e Ucrânia serão as nacionalidades representadas nessa iniciativa que terá lugar no recinto da Feira Agrícola, na Vinha Brava, em Angra do Heroísmo, provavelmente na segunda quinzena do próximo mês de Maio.
“É uma realidade que existe na nossa sociedade e temos que viver e trabalhar com ela, tendo em conta que existem pessoas com essas problemáticas, desde comunidade imigrante a portadores de deficiência”, defendem os técnicos responsáveis pelo projecto em declarações ao nosso jornal.
“Pretendemos ter um stand informativo para cada área de modo a que cada uma das associações representadas possam expor o trabalho que têm vindo a desenvolver”, acrescentam.
Considerando de máxima importância a participação da sociedade civil no acontecimento festivo, os técnicos destacam também a simulação de um espaço de ‘snoezelen’ para “promover experiências sensoriais agradáveis que permitam aos cidadãos estabelecer um laço afectivo/relacional positivo com os grupos e as temáticas em questão”.
“A ideia é interagir com a sociedade civil e sensibilizar as pessoas”, reforçam.
O programa integra animação musical com actuações de grupos locais e estrangeiros, actuação de um bailinho de Carnaval e ainda de um grupo de expressão corporal.

Abordar realidades através do teatro

Entretanto, a delegação da ilha Terceira da Associação para a Igualdade e Direitos das Mulheres (UMAR) e o Centro de Informação, Promoção e Acompanhamento de Políticas de Igualdade (CIPA) promove uma intervenção social e cultural através do teatro no âmbito do plano de actividades 2010.
A peça de teatro intitulada “Medo de Mim…Pavor dos Outros”, organizada em parceria com a Associação Cultural Burra de Milho e Grupo de Teatro Orpheu 2ª Geração, da Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade, aborda questões relativas à desigualdade de género e violência sobre as mulheres.
“Sensibilizar os jovens e o público em geral para uma questão que começa a ser bastante falada, estudada e batida – a violência doméstica. Há que alertar para este fenómeno crescente – pelo menos na parte da denúncia”, segundo descreve o objectivo geral do trabalho previsto a estrear no dia 8 de Maio na Sociedade Recreativa das Quatro Ribeiras.
“Há uma preocupação para referir a violência no namoro que atinge a faixa etária da adolescência – em vez de haver uma construção de afectos verificamos a edificação de uma espiral de violência e subordinação de um Eu face a um Outro prepotente e dominador”, continua.
Para além da freguesia das Quatro Ribeiras, a peça de teatro “Medo de Mim…Pavor dos Outros” terá apresentação nos dias 21, 22, 28 e 29 de Maio, na Carmina Galeria (Feteira), Sociedade Recreativa Sebastianense, Teatro Angrense e Sociedade Filarmónica das Doze Ribeiras, respectivamente. No dia 5 de Junho a mesma peça subirá ao palco da Sociedade Progresso Lajense (Sociedade Nova).
Contando com a interpretação de duas dezenas de jovens estudantes, o projecto tem a assinatura de Teresa Valadão (guião); Rodrigo Rodrigues (coreografia); Raquel Bilro (assistente de cena); André Pires (multimédia); Tiago Fraga (sonoplastia); Fernando Alves (luminotecnia); e Grupo (guarda-roupa e cenografia).

Sónia Bettencourt

Fonte: http://www.auniao.com/noticias/ver.php?id=19352

terça-feira, 2 de março de 2010

Divulgação do Workshop Técnicas de Procura de Emprego amanhã no Programa Bom Dia da RTP Açores

No âmbito da divulgação do Programa de Ajuda na Procura de Emprego / Consciencialização de Competências desenvolvido pela UMAR Açores - Delegação da Ilha Terceira, a nossa técnica Carla Garcia irá participar amanhã, dia 3 de Março, a partir das 8h30 no programa televisivo Bom Dia da RTP Açores apresentado por Pedro Moura.

O Workshop é aberto a todas as pessoas que estejam à procura de emprego e queiram conhecer e utilizar correctamente os diferentes instrumentos de procura activa de emprego.

Data e Local
24 de Março (quarta-feira) das 14h00 às 17h00 na delegação da UMAR – Açores no Edifício Recreio dos Artistas, Rua da Rosa s/n 1º Andar, Angra do Heroísmo.

Inscrições
Haverá um limite de inscrições sendo que, serão seleccionadas as dez primeiras.
Estas poderão ser feitas através dos telefones: 295 217 860 / 96 86 87 479 ou pelo e-mail: umarterceira@gmail.com, contendo o seu nome, idade, habilitações literárias e contacto(s).